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2008 - Dia 11 e 12

08/04/08

Décimo primeiro dia por Sérgio Holanda:

decimoprimeirodia

Logo cedo nos dirigimos a um borracheiro para consertar o pneu do Troller de Muniz e abastecer os veículos. Partimos em direção a Jacareacanga e nos deparamos com quase 400 km de uma estrada conservada e que nos permitiu desenvolver velocidades de até 80 km/h. Fizemos uma média de 50km/h.

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Durante o trajeto nos deparamos com um pequeno trecho de floresta, no Parque Nacional da Amazônia. O restante do trajeto somente fazendas e áreas devastadas. A estrada, com havia chovido no dia anterior, estava seca. Com isso tivemos muita poeira e nenhum obstáculo para os veículos, apenas algumas pontes mal conservadas e deslizamentos já arrumados no dia anterior.

 

O grupo está comentando que estamos na transamazônica com o intuito de trazer o Sol, uma vez que até o momento não pegamos chuvas fortes na transamazônica. Sempre chegamos um dia depois das chuvas e quando saímos chove novamente. Ficamos sabendo que ontem despencou um temporal em Santarém que alagou tudo na região, ou seja, chuvas após partimos.

Em Jacareacanga, cidade com menos de 31 mil habitantes e de maioria indígena (predominantemente Índios MUNDURUKU), fizemos uns donativos de toalhas, redes e lençóis na Funasa, para serem na manhã seguinte distribuídos na Tribo, que fica a 20 minutos de lancha da cidade. Estavam presentes na entrega alguns dos integrantes da expedição, funcionários da Funasa e representantes da Tribo.

Nossa pousada em Jacareacanga, simples, mas limpa e confortável, fica ao lado de um mercadinho pertencente a um cearense que veio trabalhar a 12 anos e ficou por aqui, estabelecendo-se como comerciante de ouro, alimentos e também dono da pousada. De frente ao mercado existe uma televisão de 29”que passa tv via satélite em um canal de filmes, com isso os índios se aglomeram e ficam assistindo aos filmes, de preferência filmes de lutas marciais.

Nosso objetivo é sairmos de Jacareacanga em direção a Apuí e dependendo das condições da estrada e caso não chova, tentaremos chegar ao KM 180, distante 510 km, onde fomos informados de que existe hotel e estrutura. Caso não seja possível acamparemos no meio do caminho, na famosa Rodovia das Onças

09/04/08

Décimo segundo dia por Sérgio Holanda:

decimosegundodia

Saímos de Jacareacanga às 7:40 hs e seguimos para Apuí. Após 60 km entramos no estado do Amazonas (uma pequena ponte em péssimo estado de conservação separa o Pará do Amazonas). A distância entre Jacareacanga e Apuí é de 280 Km, sendo 200 km de estrada boa, onde é possível andar a 80 km/h. E outros 80 km que muitas horas parece uma estrada de fazenda.

No caminho não nos deparamos com nenhuma reserva florestal. Só fazendas e devastação em nosso visual, além de muitas cobras atravessando a estrada.

Como fazia dois dias que havia chovido, a estrada era só poeira e alguns buracos com lama, ou seja, mais uma vez nos deslocamos em estrada de chão, que em alguns momentos parecia o sertão pela erosão e falta de vegetação, somente pastos.

Em alguns lugares víamos revoadas de Araras, lembrando que ainda existe vida selvagem na região.

O trajeto foi feito em mais de 8 horas, com velocidade média de 35 km/h. Média relativamente baixa, mas não queríamos andar muito rápido, uma vez que a estrada estava muito seca e usávamos pneus de trilha.

Durante o trajeto, tivemos mais um pneu furado no Troller de Muniz e um pneu estourado no Troller de Carlinhos, além de algumas paradas para ajeitar a amarração no bagageiro do Troller de Themoteo.

Na travessia do Rio Sucunduri, ficamos impressionados com a balsa que com os sete veículos, estava sendo empurrada por uma canoa com um motor de 25Hp. Fizemos a filmagem pra provar, pois, ninguém acreditaria. E pior, contra a correnteza!

Ao chegar em Apuí, fomos abastecer os veículos e ir ao borracheiro. Após os serviços essenciais, nos dirigimos para almoçar no Restaurante da Mama. Lá conhecemos a Arara Azul mais famosa do mundo, com direito a vídeo no youtube e tudo mais. A Arara se tornou famosa pelo seu relacionamento com um morador da cidade, que sempre é seguido por ela, mesmo de moto a Arara voa ao seu lado. Muito dócil e sociável, a Arara posou para fotos e deu seu autografo.

Amanhã seguiremos para Humaitá. Tivemos boas noticias; enfrentaremos grandes atoleiros, esperamos ansiosos. Não agüentamos mais a poeira, embora termos vindo fazer essa expedição com o intuito de conhecer a história da estrada e tudo mais que está ao seu redor. Achávamos que teríamos algumas dificuldades para transpô-la, mas infelizmente (ou felizmente) trouxemos o sol do Nordeste para o Norte. Sempre temos um dia de sol a nossa frente e quando partimos das cidades as chuvas chegam. Quem sabe amanhã as coisas não melhoram ou pioram? Depende do Ponto de vista!

 

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Indice

  • 2008 - Dia 1, 2 e 3
  • 2008 - Dia 4, 5 e 6
  • 2008 - Dia 7, 8, 9 e 10
  • 2008 - Dia 11 e 12
  • 2008 - Dia 13 e 14
  • 2008 - Dia 15, 16, 17 e 18
  • 2008 - Dias finais da expedição
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