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2009 - Dia 4, 5 e 6

18/02/2009

4o dia da expedição por Sérgio Holanda:

 

 

¨Saímos de Caracol às 8:23 hs, atrasados, pois a Hilux do Eladio deu entrada de ar - a vibração de seus pneus altos e feixes de molas nos dois eixos folgou a tampa da bomba injetora e entrou ar no sistema -.

A bomba manual tambem estava com sujeira e não funcionava perfeitamente. Desmontei a bomba, limpei e depois fui extrair o ar dos bico. Além disso o motor de partida estava apresentando defeito e puxamos alguns metros para fazer o motor funcionar.

Pegamos uma boa estrada até Itaituba, cerca 133 km, chegamos às 12:00 hs em ponto e fomos providenciar o Hotel, o mesmo que fiquei ano passado com o grupo, Hotel Apiacás.

Após darmos entrada no Hotel o grupo se dividiu e cada um foi cuidar de seus afazeres. Deixar seus veículos prontos para o próximo dia.

O Bruno foi trocar os pneus. Levei o Eladio para uma oficina. O problema no motor de partida era aterramento. Colocamos um cabo novo e apertamos a bomba injetora. Na minha Hilux fui trocar os pneus, colocar os cross, trocar o óleo e filtro do motor.

No final do dia todos na internet, afinal foram quase quatro dias sem net para atualizar os e.mails e o site. Até o presente momento a Hilux rodou 4.981km, desde que saiu de Recife dia 09 de Fevereiro.¨

 

 

 

19/02/2009

5o dia da expedição por Sérgio Holanda:

 

 

¨Saímos de Itaituba às 7:40hs em direção a Jacareacanga. Sol a pico, estrada seca, para o desespero de alguns expedicionários do grupo, um alivio para o Daniel, que com seus pneus tratorados não conseguia manter o carro em linha reta.

Alivio também para Marcão e Eu, que sabíamos o que acontece quando chove pesado nessa região, com muitas serras para subir e descer, estas ficam impossíveis de serem vencidas com chuva. Sem contar com as enxurradas que abrem crateras na estrada, além das arvores que caem no meio da via.

No caminho de Jacaré, como é conhecida a cidadezinha na região, paramos em um parque nacional e tiramos algumas fotos, inclusive de pegadas de onça na estrada.

No km 185 às 12:30 hs paramos para almoçarmos e observarmos o aeroporto do garimpo funcionando.

Almoçamos, pegamos a estrada, muito calor, sol ainda forte, poeirão, algumas paradas no caminho para fotos e chegamos à entrada de Jacaré.

Fomos abordados pela Policia do Pará para vistoria dos veículos, uma vez que o trafico de drogas na região está em ascensão. Tudo ok e fomos para o hotelzinho do Cearense, mesmo que ficamos ano passado.

Outra parte para o Hotel de uma Senhora muito simpática, bem mais organizado, porém com poucos quartos disponiveis. Estava terminada a primeira etapa da BR 230 Transamazônica.¨

Esse trecho reserva imagens belíssimas da mata preservada. Animais selvagens são vistos a todo momento. Ainda ha a possibilidade de parada em algum dos pontos de apoio do parque para conhecer um pouco mais de toda riqueza da floresta.

Felizmente (ou infelizmente) devido as condições do tempo, a expedição não teve maiores dificuldades nesse trecho. Contudo isso a ajudou a conhecer este que é um dos trechos mais belos da transamazônica.

 

20/02/2009

6o dia da expedição por Sérgio Holanda:

 

O sexto dia também foi percorrido sem grandes dificuldades. Em conversa com moradores da região, foi informado aos expedicionários sobre a reforma recente da estrada. E como tem chuvido pouco na região, as condições ainda estão favoráveis ao tráfego.

Abaixo o relato do sétimo dia da Expedição Transamazonica.

Sexto dia Por Sérgio Holanda:

¨Saímos de Jacareacanga às 8:30 em direção a Humaitá ou onde fosse possível chegar antes de anoitecer e montarmos nosso primeiro acampamento.

No trajeto fomos agraciados com muita chuva, fina, mas que manteve a temperatura bem amena (diferente do dia anterior que ficou na casa dos 40 graus, mesmo com ar-condicionado) melhor para o para o Eladio, que estava com problemas no ar-condicionado de sua Toyota Hilux 1994.

 

Diferente do ano passado, quando entramos no estado do amazonas nos deparamos com uma estrada nova - a empresa de manutenção está refazendo todo o trecho até Humaitá - então foi possível desenvolver médias de 60km/h (não pudemos ir mais rápidos devido aos pneus as Xterra, que ficam extremamente instáveis acima de 70km/h, além de que a maior parte da estrada estava molhada pela chuva.)

A grande atração do dia pro grupo foi a balsa que atravessa o Rio Sucunduri, que é movimentada de um lado para o outro por uma canoa com um motor de 25Hp, só vendo pra crer!

Tivemos um pequeno desafio, uma vala com água corrente se abriu na estrada logo após a balsa, mas com nossos veículos foi fácil passar pela vala.

A cerca de 60km de Apuí andando a 80km/h entrei em uma vala e o carro decolou, tirando as quatro rodas do chão e assustando o Argentino Eladio, que vinha logo atrás. Voaram varias coisas da caçamba, mesmo as amarradas, e perdi um botijão de água, que rompeu.

Passado o susto verificamos que o carro estava perfeito, ainda rodando com os pivôs estourados do acidente com a Carreta em Nova Mutum. Parabéns para a IRONMAN com sua suspensão completa, amortecedores foam cell e feixes e barras de torção performance estão sendo altamente exigidos nesta expedição, sendo pelo peso como também pelo uso extremo em buracos e erosões, uma vez que a Hilux é o veículo guia da expedição, estando sujeito assim a todas as intempéries do percurso e evitando que os demais sejam pegos de surpresa.

Iríamos para em Apuí para almoçarmos, primeiramente pelo fantástico almoço servido no Restaurante da Mama e depois para nos abastecermos de gelo e combustível para nosso primeiro acampamento, além do grupo conhecer uma bela e organizada cidade no meio do amazonas, fora do padrão das cidades dessa região.

Por ser uma cidade longe dos rios grandes é desprovida de população indígena e caboclos, dessa forma a região próxima a Apuí fora colonizada por desbravadores vindo do Sul do Brasil, mais precisamente do Paraná.

Ao abastecer os veículos, o Prefeito de Apuí nos abordou e convidou o grupo a conhecer a cidade e estendeu o convite a pernoitarmos e apreciarmos o carnaval da cidade, bem como no dia posterior algumas belezas naturais.

O grupo resolveu aceitar o convite e ficamos em Apuí. O integrante do grupo, Bruno, que é médico e pleiteou junto a alguns laboratórios farmacêuticos doações de amostras grátis de remédios que não são distribuídos pelo SUS e aproveitando a estrutura da Expedição Transamazonica 2009 e os locais por ela percorrida doou junto a Prefeitura e a Secretaria de Saúde de Apuí alguns medicamentos e deixando outros para doar no percurso da BR319¨

.

Deixamos nosso agradecimento especial ao prefeito Antonio Marcos Maciel Fernandes pela atenção que teve com todos do grupo.

Ao contrário de algumas outras cidades da região, ao chegarmos em Apuí, encontramos uma cidade limpa e organizada, com boa estrutura e várias belezas naturais. Sem dúvida um lugar que merece uma visita mais demorada.

Jerico é um “veículo caseiro” construído à base de peças de todos os tipos de carros, caminhões ou camionetes, com motores de todos os tipos, quase sempre geradores elétricos de pequeno porte. Na maioria das vezes, não tem muito mais do que o necessário para o transporte (chassi, motor, rodas e carroceria). Caracterizam-se por não possuírem, na maioria das vezes, pára-lamas, pára-choques, pára-brisas, cabine, cinto de segurança e às vezes, nem mesmo assento.

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Indice

  • 2009 - Início da Expedição
  • 2009 - Dia 1, 2 e 3
  • 2009 - Dia 4, 5 e 6
  • 2009 - Dia 7, 8 e 9.
  • 2009 - Dia 10, 11 e 12
  • 2009 - Final da expedição
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