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2011 - Dia 1, 2, 3 e 4

28/03/2011

1o dia da expedição por Sérgio Holanda

O carro do Afonso chegou no meio da tarde, arrumamos tudo e ás 17:30hs estávamos prontos para seguir em direção a Tucurui e encontrar o grupo que seguiu pela manhã.

A estrada de Marabá para Tucuruí está uma lastima buracos, crateras e desníveis, cabeceiras de pontes destroçadas, aliás, não mudou nada em relação ao ano passado, na verdade mudou, ficou pior! Na ponte de ferro, já a poucos quilômetros da usina de Tucuruí, estavam faltando três placas de aço o que torna um grande perigo, principalmente para nós que chegamos à noite e com chuva.

Na chegada ao hotel soubemos que uma das Lands, do Edson, teve que trocar a bucha do amortecedor de direção que estava estourada. Alguns do grupo conversaram com uns jipeiros de Tucuruí e estes indicaram seguir pelo Ramal 29 (estrada aberta por madeireiros), para Pacajás, menos distância e mais aventura com os atoleiros. Amanhã tentaremos chegar por este trajeto.

 

29/03/2011

2o dia da expedição por Sérgio Holanda

O grupo agora está reunido, todos os carros juntos prontos para a aventura.

Como havíamos dormido em Tucuruí, lembrando que o grupo foi na frente para conhecer enquanto eu fiquei com o Afonso em Marabá recebendo a Discovery, o que acarretou em um dia de atraso. Ás 7:00hs o grupo estava reunido na frente do hotel para uma foto oficial dos veículos e participantes. Tudo registrado!

Já na saída a SW4 de Lopes/Sibele deu uma pane no alarme e após algumas tentativas de reprogramar a central terminei por desmontar o painel e desligando-a. A SW4 possui mais dois alarmes, por isso o veículo não ficou desprotegido.

O nosso roteiro seria pegar a estrada em direção a Novo Repartimento e depois seguir para Altamira, mas resolvemos seguir para o KM 29 e cortar por dentro até Pacajás, foi apenas 194km até Pacajá, mas nem por isso mais rápido levou cerca de 10 horas para percorrer a estrada. Algumas paradas para fotos, pontes ruins e crateras enormes fizeram o trajeto bem demorado.

Alguma dificuldade nas subidas e descidas longas e em alguns trechos escorregadias deixaram o trecho com adrenalina. Alguns moradores da região nos falaram que levaríamos mais de 24 horas para passar pela estrada, mas como normalmente o pessoal não sabe como é mais a frente conseguimos fazer dentro de um prazo razoável, visto que dás 10 horas totais cerca de 3 horas foram paradas no trecho.

Às 3 horas paradas foram em decorrência de passagens de pontes, fotos e aproximadamente 2 horas para tentar resolver o problema na Discovery do Afonso.

A cerca de 45km da Transamazônica o Afonso pede para que o comboio pare, pois estava escutando um barulho em sua caixa e precisava verificar. Ao parar o Rodrigo, Jeep Willys desceu para olhar sua direção pesada e descobriu que estava quase sem fluído e com a frente toda melada de óleo da direção. Foi apenas um susto, pois um trecho atrás ficará algum tempo parado com o jeep inclinado e com isso o óleo vazou pelo suspiro da tampa, ou seja, uma bobagem!

Afonso foi para baixo de seu Land Rover amarelo e descobriu que sua caixa de marcha estava seca, com pouco óleo e completou quase 1 litro. Porem ao ligar o veículo o som continuava e imediatamente disse para que abrisse o capô, pois aquele som de metal batendo vinha do motor. Era o rolamento do esticador da correia do compressor do ar-condicionado.

Não conseguirmos folgar e ai começou a operação para folgar o alternador, que estava com sua base trincada, Heliomar e Landry trabalham feitos loucos nessa operação de retirada da correia, mas ao final tivemos que partir na faca e deixar para resolver depois já que o tempo estava passando e a dificuldade de folgar alternador, bomba de hidráulico, retirar as correias frontais para depois retirar a do ar, iria demorar horas. Uma engenharia muito deficiente a do motor dessa Discovery 1990 para retirada e instalação de correias.

Remontamos e seguimos em frente, chegamos a Transamazônica na altura de Pacajás e como não adiantaria seguir em frente pernoitamos por aqui. Agora são quase cinco da manhã, daqui a pouco pegamos estrada em direção a Uruará, só que antes uma parada em Altamira para nos despedirmos do Rodrigo Muniz e seu Jeep! De lá ele segue por balsa para Macapá, sua nova morada! Sentiremos falta do grande amigo!

 

30/03/2011

3o dia da expedição por Sérgio Holanda

Saímos de Pacajá ás 6:30hs em direção a Uruará, com uma parada em Altamira para nos despedirmos do nosso amigo Rodrigo Muniz, que precisa seguir para Macapá e assumir uma nova obra e de Altamira enviaria seu jipe por balsa até sua nova morada.

Após 21 km de Pacajá Rodrigo informa pelo rádio que havia tinha algo estranho em seu jipe e descobrimos que o rolamento da roda dianteira esquerda tinha ido pro ‘saco’. Como Rodrigo tinha levado outras peças de reserva, incluindo o rolamento quebrado, começou o processo de desmontagem da roda e troca da peça.

Durante a desmontagem tive que retornar a Pacajá atrás de uma arruela para travar a porca do rolamento e Lopes seguiu junto em sua SW4 para mandar fazer buchas novas para os amortecedores traseiros, que estavam estouradas.

Trocadas as buchas e comprada à arruela retornamos para o local onde havíamos deixado o jipe e remontamos a roda. O trabalho em grupo, a experiência e o trabalho pesado de Landry e Rodrigo fez com que 4 horas depois estivéssemos rodando novamente.

Atravessamos o Xingu pela balsa e perto dás 16:00hs estávamos em Altamira. O cunhado do Rodrigo estava nos aguardando, juntamente com uma equipe do SBT local para fazer uma matéria com o grupo de 12 off roads que estavam cruzando novamente a Transamazônica.

Todos cansados das horas no sol resolvendo o problema do jipe vários quilômetros de estrada esburacada, como diz o Edson ‘Buracalhos’, achavam que iríamos pernoitar em Altamira, mas devido o atraso da Discovery em Marabá estávamos um dia atrasados e pernoitando em Altamira subiria para dois dias.

Mesmo com o cansaço e alguma resistência de alguns puxei o comboio para Uruará, com chuva fina e muitos buracos seguimos dirigindo até ás 23:00hs, hora de nossa chegada em Uruará, pegamos um pousada e para compensar a puxada determinei nossa saída ás 08:00hs.

 

31/03/2011

4o dia da expedição por Sérgio Holanda

Como no dia anterior tinha puxado um pouco resolvi deixar a turma dormir um pouco e pegar estrada ás 8:00hs, mas como sempre uns 30 minutos de atraso, na verdade previsto! Lembrando que para pegar estrada normalmente se acorda pelo menos duas horas antes para arrumar o carro, dá uma revisada, limpar alguma coisa e tomar o café da manhã (quando dá tempo).

Partimos já com a notícia de que a 20 km havia um atoleiro com lama na altura da porta, o que nos deixou mais empolgados. Estrada molhada e começaram os atoleiros, na verdade os primeiros 40 km estavam bem divertidos com alguns atoleiros, alguns mais difíceis e outros mais simples, mas como nossos carros estavam bem preparados foi mais tranqüilo, apenas a L200 do Coelho sofreu um pouco e atolou devido à altura livre menor. Nos demais foi diversão pura, principalmente para mim que estava puxando o comboio e entrava na cara e na coragem, muita adrenalina!

Após os atoleiros a estrada ficou tranqüila e ai chegou o trecho de barro branco e perigoso. O barro branco escorrega muito, atenção redobrada! Depois chegou o trecho de subidas e descidas longas, como estava fazendo um sol forte não tivemos muitos problemas, uma ou outra subida a coisa fica mais complicada, mas com paciência a atenção deu para superar.

Após uma parada para matar o calor e a fome seguimos novamente em direção a Santarém. Com a estrada muito escorregadia o comboio seguiu em velocidade muito moderada, inclusive Assuero passou a frente, uma vez que sua Defender 90 estava incontrolável, pneus não condizentes com o piso escorregadio e entre eixos curto, fez com que rodasse quatro vezes e só escutávamos o pessoal perguntando por que ele estava na contramão... rsrsrs!

Seguindo em frente escutamos pelo rádio o Cezar dizer “acidente sério, mantenham o rádio livre”. Paramos o comboio e retornamos, o acidente fora no final do comboio e chegando aos deparamos com a Defender 90 do Heliomar virada.

Como a do Assuero a 90 do Heliomar estava escorregando, até mais, pois os pneus eram ainda piores para o barro escorregadio. Graças a Deus o Heliomar não teve nada, foi tudo um grande susto, desviramos e fizemos um reparo superficial. Como não afetou nada na suspensão e motor, apenas uma perda de óleo pelo suspiro do motor. Desamassamos um pouco um dos paralamas, limpamos o óleo derramado e recolhemos os vidros do parabrisa e janela para levarmos ao lixo de Santarém – trilha sempre limpa!

Após o resgate da Defender o grupo seguiu mais lentamente e o rádio meio calado, alguns estavam um pouco traumatizados com o acidentes. Mais alguns quilômetros e chegamos a Santarém, onde o Marcão foi atrás de uma auto-elétrica para arrumar seu alternador que parou de gerar, Heliomar foi atrás de desempenar seu teto e soldar a coluna para poder providenciar os vidros.

A turma do Sul ficou por Santarém para resolver o problema da Defender e os demais seguiram para Alter do Chão.

 





 





 

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Indice 

  • 2011 - Inicio da Expedição
  • 2011 - Dia 1, 2, 3 e 4
  • 2011 - Dia 5, 6, 7 e 8
  • 2011 - Dia 9, 10, 11 e 12
  • 2011 - Final da Expedição  
  •  

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