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2011 - Final da Expedição

09/04/2011

13o dia da expedição por Sérgio Holanda

 

O pessoal acordou cedo para revisar seus carros e alguns lavar por fora e limpar por dentro, mesmo ainda tendo barro pela frente, mas a passagem do rio fez com que os carros ficassem fedendo a cachorro molhado.

Durante a revisão verificamos que a bomba d´água da Disco foi pro saco! Ainda bem que chegou até aqui, caso contrário estaria no mato aguardando resgate.

Revisôes:

- Toyota Hilux (organização): troca de óleo do motor e filtros de combustível e óleo;

- Toyta Hilux (Landry/Leandro): troca de óleo, pastilha de freio dianteira, pivôs, uma coifa da homocinética, um terminal de direção, filtros;

- Land Rover 90 (Assuero/Luis): Troca de óleo e filtros;

- Land Rover 110 (Hugo/Hélio): Troca de óleo e filtros;

- Toyota Bandeirante(Guiga/Cezar): Troca de óleo e filtros, revisão elétrica;

- Toyota SW4 (Lopes/Sibele): Troca de óleo, filtros, pastilha de freio, lona de freio, duas coifas da homocinética, tambor de freio traseiro;

- Land Rover Dsicovery I (Afonso/JJ): Troca de óleo, pastilha de freios, regulagem do freio de mão. Durante a revisão verificou-se que a bomba d água precisava ser substituída, ventoinha e acoplamento viscoso, por esse motivo ficará em Colniza e encontrará o grupo posteriormente.

10/04/2011

14o dia da expedição por Sérgio Holanda

Decidi que levaria o grupo até Aripuanã para almoçar no balneário e ver as cachoeiras, tínhamos tempo e era de certo modo caminho para Juína e depois Nova Mutum. Partimos ás 9:30hs e ficaram em Colniza Afonso e JJ aguardando a peça da Disco para no dia seguinte nos encontrarem em Nova Mutum. O caminho foi tranqüilo, embora a estrada estivesse com muitos buracos e erosões de chuva, o que deixava o trajeto lento cansativo, chegamos a Aripuanã na hora do almoço.

A cidade é bem limpa e organizada, os moradores educados e prestativos. Seguimos para o balneário e lá almoçamos com uma bela vista das quedas d’água, mas como a hora estava adiantada não tivemos tempo de ver as cachoeiras, pois tínhamos 208km pela frente.Como esse KM até Juína imaginava que levaríamos umas 5 horas devido à estrada ruim. No começo um belo visual e uma reserva florestal muito bonita em nosso trajeto, mas depois a estrada ficou um verdadeiro inferno de buracos enormes que quebrariam qualquer suspensão em um impacto maior, por isso cautela e lentidão.

A noite foi chegando e após uma corruptela encontramos um fazendeiro que vinha de Juína e nos informou que havia um atoleiro com um ônibus e um caminhão atolados e que não passaríamos, mas nos deu um roteiro por dentro das fazendas saindo a 50km de Juína.Para nos certificarmos de que não era possível passar resolvemos seguir até o enrosco. No caminho um susto, Lopes passou por uma ponte e a madeira quebrou, deixando sua lateral direita presa entre outras madeiras. Com o guincho da minha Hilux, um Ironman de 12.000Lbs, conseguimos puxar a SW4 da ponte e seguimos adiante.

No caminho dois caminhões 6x6 nos pararam para informar que haviam retirado o ônibus da TUT (linha Juína – Aripuanã) e caminhão baú, deixando livre o atoleiro para enfrentarmos. Quando chegamos ao atoleiro estava aquela bagaceira, mas com carros altos, pneus Muds e técnica passamos sem muitos problemas, somente o Assuero (Land 90), ficou enroscado, mas com as dicas do experiente co-piloto Luiz Figueira, Assuero conseguiu sair sem precisar de ajuda externa.

O tempo passando e nada de render a estrada, buracos, crateras e levamos nove horas para percorrer 208km, ou seja, 23km/h de média, uma verdadeira via-crúcis. Chegamos a Juína a uma e meia da manhã e todos com a certeza de que enquanto não asfaltarem não iremos mais a Aripuanã.

 

11/04/2011


15o dia e final da expedição

Saímos de Juína em direção a Nova Mutum, nosso ponto final. Após alinhar a Hilux do pessoal da Paraiba, que estava comendo os pneus, abastecemos e pegamos uma nova estrada para a 163.

Uma estrada perfeita, nada como ter estradas boas na região de escoamento de soja e por isso chegamos em Nova Mutum no meio da tarde e seguimos diretamente para casa do meu grande amigo e irmão Jeison.Para variar meu amigo e sua esposa Cris estavam nos esperando com um maravilhoso churrasco de picanha e carneiro regado a muita Original gelaaaaaaaaaaaaada!!!

Aproveitamos todos para nos confraternizar e comemorar o aniversário do Leandro, tinha até bolo. No fim da noite todos seguiram para o hotel e no dia seguinte, com muita tristeza e saudades tomarem seus rumos.

Aqui um grande agradecimento aos meus amigos Jeison e Cris pela recepção maravilhosa para nosso grupo.Agora todos voltando as suas casas, assim que chegar em Recife farei um comentário geral sobre o Transamazônica Challenge 2011. Aos que nos acompanharam um muito obrigado e brevemente os vídeos no youtube.

 

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Indice 

  • 2011 - Inicio da Expedição
  • 2011 - Dia 1, 2, 3 e 4
  • 2011 - Dia 5, 6, 7 e 8
  • 2011 - Dia 9, 10, 11 e 12
  • 2011 - Final da Expedição
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