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Edição 2011

Diário de bordo da Edição 2011 da Transamazônica Challenge.



2011 - Dia 9, 10, 11 e 12

05/04/2011

9o dia da expedição por Sérgio Holanda

Saímos de Jacaré ás 07:30hs debaixo de muita chuva e seguimos assim pelos primeiros 100km em direção ao 180.

Chegando a Apuí abastecemos as viaturas e quando estávamos nos preparando para sair a Band
trava a roda traseira, pastilha gasta fez com que o freio travasse. Enquanto se trocava o pessoal do Sul (Heliomar, Henryco, Edson, Erico, Coelho e Paulo), seguiram na frente para reservar nossas vagas no 180.
Durante o concerto da Band alguns foram fazer compras de mantimentos, o Português foi apertar as correias e parafusos de seu Discovery, outros sacarem dinheiro e eu e Lopes concertar o vazamento no duto de freio da SW4.

Quando todos estavam preparados estávamos a apenas duas horas de perder a balsa do Rio Suncunduri e por isso saímos em ritmo acelerado. Nos quilômetros finais tive de voar pelos buracos para chegar à frente e pedir para segurarem a balsa. Conseguimos!

Depois mais 120km até o 180 (cidade com esse nome devido a sua localização na BR 230) e destes muitos trechos com muita lama e chovendo. No trecho o Guiga e Cezar tomaram um grande susto, no piso escorregadio a Band perdeu a aderência e terminou dentro da vala, como seus pneus são bons deu tudo certo.
Chegamos ao 180 a noite, hotel reservado e todos se preparando para amanhã, afinal serão cerca de quatro dias em off total, agora é acampamento e comunicação somente via satélite com o sistema celular.

 

05/04/2011

10o dia da expedição por Sérgio Holanda

Saímos em direção ao Bar do entroncamento da Transamazônica com a Estrada do Estanho para pegar algumas informações sobre o trecho até o Guatá ou Três Fronteiras.

As informações eram de que o trecho até Três Fronteiras estava tranqüilo, muita água e areões, mas nada complicado. Em termos de perigos as pontes de tronco de arvore meio ‘sinistras’.

Seguimos em frente e admiramos o começo do trecho com belas paisagens, um pequeno pedágio dos Índios da região, R$ 20,00 por carro. O dia todo foi rodando com muita areia encharcada, no verão deve ser complicado esse trecho, uma vez que força muito o veículo. No nosso caso foi ótimo toda essa água, pois não corríamos o risco da L200 esquentar, de contrapartida os carros começaram a soltar os protetores de paralamas, fenders e por ai vai. Às vezes atravessamos trechos fundos e com muita água.

O grupo seguiu ‘brincando’ no trecho com paradas para jogar conversa fora, pipi-stop e comer alguma coisa. Os trechos de alagados foram enormes, alguns engoliam os carros.

O trecho foi tranqüilo e no fim do dia estávamos à cerca de 30km da vila de Três Fronteiras quando chegamos em uma ponte com um rio relativamente calmo e com uma bela área para acampar. Alguns preferiram seguir até a cidade para dormir em alguma pousada. Heliomar, Enrico, Erico, Edson, Coelho, Paulo, Lopes e Sibele seguiram os demais ficaram para acampar.

Montamos o acampamento, a lona de trás da Hilux do pessoal de João Pessoa serviu para montar nosso bar e antes de escurecer um belo banho no nosso rio particular, que tem um nome um pouco preocupante – Rio Sucuri! Mas segundo o morador da fazenda, nosso vizinho, nos 23 anos que ele reside ao lado daquele rio nunca viu uma Sucuri. Então tirando os premiados que saíram da água com algumas sanguessugas, não tivemos o desprazer de nos deparar com uma Sucuri.

Nosso acampamento entrou pela noite na farra, muita comida boa e variada, cerveja gelaaaaaaaada, vinho, cachaça, suco, refrigerantes e muita conversa fora!

Para dormida alguns em suas barracas de teto, outros nas barracas de chão, eu e Paulo, parceiro do Marco, estendemos nossa rede entre a Renger e uma arvore e dormimos na beira do rio ao som das águas e um céu fantástico, se bem que o Paulo lá pela meia-noite correu do sereno e foi pro carro. Fiquei na beira do rio sozinho aproveitando aquela noite perfeita.

 









 


05/04/2011

11o dia da expedição por Sérgio Holanda

Acordamos bem cedo e seguimos para Três Fronteiras, alguns atoleiros pesados, mas nada muito radical para nossos carros, algumas pontes sinistras e chegamos. Devido a alguns atrasos o grupo se dividiu em dois o grupo formado por Heliomar, Enrico, Erico, Edson, Coelho, Paulo, que são amigos há muitos anos, seguiram na nossa frente. O restante só conseguiu sair de Três Fronteiras quase meio-dia por problemas no freio da Band. Em Três Fronteiras nos despedimos de Marco e Paulo, que seguiram para Machadinho do Oeste e de lá para Manaus. Todos ficaram tristes, pois o Marcão é uma figura inigualável e de um humor contagiante. Nos abraçamos seguimos nossos rumos.

O rio estava cheio, lavando a ponte, que estava presa por cabos de aço e com uma das bases quase caindo, passamos um de cada vez. Os moradores da região estão revoltados com o Estado, pois não faz parte do projeto de arrumação emergencial das pontes a do Madeirinha.

Seguimos em frente e passamos por alguns trechos alagados novamente, poucos atoleiros, nada muito pesado, mas a diversão garantida. Após os 12 primeiros quilômetros habitados o trecho ficou vazio e começaram os trechos com erosões e pontes com troncos improvisados, adrenalina pura e muita diversão off Road.

Para melhorar ainda mais o trecho e aumentar a emoção pegamos muita chuva no trecho, rieiras caindo, pontes altamente sinistras molhadas e escorregadias e erosões aumentando.

Em um dos trajetos quase vira uma das Lands e a Hilux do Landry quase fica, mas ele não deu o braço a torcer e conseguiu sair sozinho. Seguimos nos divertindo até a Hilux parar de vez, trocamos a bateria e o regulador de tensão e pronto, seguimos para mais aventura. Lopes deu uma atolada com sua SW4, sua segunda atolada durante a expedição. Hugo quase vira sua 110 em um barranco que cedeu com sua passagem.

O pessoal que saiu mais cedo estavam cerca de quatro horas na nossa frente, com a vantagem de não terem pegado o trecho com chuva, o que reduziu a velocidade de deslocamento do nosso grupo. Devido aos trechos ruins, ou melhor, ótimos!

Chegamos à balsa do Rosevelt já à noite e por isso não tivemos como atravessar, mas o pessoal da Fazenda nos deixou usar a estrutura do alpendre com dois banheiros (barracão). Preparamos um churrascão com a carne comprada em Três Fronteiras, Landry assumiu o churrasco juntamente com o Guiga, Leandro fez os acompanhamentos e todo mundo na farra! O gerador da fazenda desligou às 22:00hs e a festa continuou.

A canseira começou a apertar e o pessoal entrando nas barracas, eu, Landry, Guiga e Juju (apelido carinhoso do JJ – José Junior), ficamos bebendo e olhando o céu estrelado e falando de todo mundo. Fomos dormir mais de três da manhã.









05/04/2011

12o dia da expedição por Sérgio Holanda

 

 

Cinco da manhã comecei acordar a turma, um café da manhã feito pela moça que toma conta do barracão foi providencial.

Pegamos a balsa, após uma surra com os Piuns do Rio Rosevelt e seguimos para Colniza, onde tinha programado uma parada de revisão dos veículos. Como em Colniza existe uma oficina especializada em 4x4 – Colniza Multimarcas, teríamos um atendimento especializado.

No caminho muita buraqueira, alguns atoleiros de primeira, estilo aqueles que vemos na TV, o que deixou o grupo bem alegre e ainda pegamos alguma chuva para deixar as subidas e descidas escorregadias e mais emocionantes.

Já perto de Guariba o rio de mesmo nome estava cheio e inundando a passagem antes das duas pontes, uma pequena, que ficou a 1,20m de profundidade e outra sendo lavada. Nesse trecho passamos com água no meio das portas, o perigo era a ponte pequena completamente submersa, já que todos os veículos possuem snorkel, mas cair dessa ponte era o problema. Para passar o Cezar seguiu na frente andando e marcando nossa passagem. Todos passaram, mas os carros ficaram molhados por dentro, as Hilux com água nos carpetes, os demais com quase um palmo de água dentro.

Mais chuva e alguma lama no caminho de Colniza e no fim do dia chegamos à cidade. Segui para o hotel onde ficara ano passado, que é de frente a oficina especializada. Todos organizados e seguimos para o descanso, afinal foram mais de 10 horas para andar 206km, no dia seguinte revisão dos veículos.





 

 

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Indice 

  • 2011 - Inicio da Expedição
  • 2011 - Dia 1, 2, 3 e 4
  • 2011 - Dia 5, 6, 7 e 8
  • 2011 - Dia 9, 10, 11 e 12
  • 2011 - Final da Expedição
  •  
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