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Edição 2012

Diário de bordo da Edição 2012 da Transamazônica Challenge.



2012 - Dia 2 e 3
10/03/2012
2o Dia de Expedição TAC 2012

Ok, estamos nos divertindo, cadê a lama, mas olha a lama também é diversão, mas nossa balsa para Prainha somente na segunda-feira a tarde e aproveitamos para passear e conhecer a região. Nosso grupo alugou uma voadeira, pequena lancha de alumínio para cerca de 20 pessoas, e seguiu rio a cima em direção a Cachoeira de Santo Antonio, claro, você pode dizer “é uma cachoeira como outra qualquer”, pode até ser, mas vou dizer uma coisa, conheço muitas cachoeiras nesse mundão, mas esta tem uma beleza impar, não sei se foram as várias tonalidades de verde ou as diversas cachoeiras em um só local, mas todos, que são grandes viajantes foram notórios em dizer que é de uma beleza exuberante.

No caminho para a cachoeira visitamos um antigo cemitério alemão, sugestão do nosso amigo Cesar, que além de bombeiro é formado em história. Este cemitério é o que restou de uma missão alemã da década de 30 pela região amazônica, o resto da história é especulação.

Nosso dia foi de passeio, voltamos para Laranjal e almoçamos, amanhã Almerim, cerca de 100km de estrada ruim, pouca lama, muito buraco, mas é nossa rota para Manaus pelo lado de cima do rio amazonas... ainda estamos no hemisfério norte.

 

11/03/2012
3o Dia de Expedição TAC 2012
Saída: Laranjal do Jari
Destino: Almeirim
Km: 120km

Saímos de Laranjal do Jari cerca de 10:00hs, como só teríamos 137km de estrada pela frente fomos mais tranquilamente. Ao descermos da balsa em Monte Dourado nos deparamos com uma cidade limpa, super organizada e bem diferente das demais, Monte Dourado na verdade é uma cidade construída por americanos na época em que os mesmo estavam a frente da fabrica de papel, que atualmente emprega mais de 3 mil pessoas na região. Os americanos se foram, mas deixaram uma bela cidade no meio do Amazonas, um grande contraste com a sua vizinha Laranjal do Jari.

Seguimos para Almerim, onde aguardaríamos a balsa para o dia seguinte a tarde, o motivo de sairmos antes para uma cidade menor era evitar contratempos, já que a balsa sairia inevitavelmente no horário marcado. No caminho, um atalho pelas plantações de eucaliptos para produção de celulose fomos avisado que 10km a frente acabará de acontecer um acidente com um caminhão betoneira e que o motorista estava preso nas ferragens, aceleramos o passo, uma vez que possuíamos muitos equipamentos de resgate e em nosso grupo o bombeiro socorrista Cesar Machado.

Chegamos no local do acidente e a primeira constatação foi de que teríamos de fazer o resgate, visto que a distância da cidade e as péssimas condições da estrada poderia levar o motorista ao óbito. Cesar assumiu o resgate, comandando os demais colegas do motorista, eram 3 caminhões e uma parte do nosso grupo. Usamos o guincho do carro de Tony para puxar as ferragens e em menos de 20 minutos conseguimos retirar o motorista. Cesar fez analise da situação e se acarretava riscos a coluna, como o motorista se queixava muito de dores internas, além das pernas quebradas e uma mão, Cesar achou mais conveniente remover para Laranjal do Jari o acidentado e com todas as precauções colocou o motorista no bando de trás de um veículo da empresa dona do caminhão e orientou o encarregado da empresa e uma enfermeira que estava junto como deveriam proceder.

Resgate feito e fica aqui uma salva de palmas para Cesar pelo profissionalismo e pela dedicação ao seu trabalho, seguimos para Almeirim. Cerca de 50km antes da cidade a Ranger de Marcão começou com um barulho forte na suspensão, resultado uma amortecedor dianteiro com as buchas estouradas pela falta de uma arruela de fixação, que certamente na revisão fora esquecida de ser montada e outro amortecedor com a haste partida.

Chegamos às 14:30hs, fomos almoçar, arrumar um local para dormir, o grupo aqui se dividiu em três pousadas diferentes a cidade é muito pequena e pouco estruturada, a energia elétrica ainda depende de termoelétrica. Após almoço Marcão começou o conserto da Ranger, ele mesmo fez, providenciou com um motoboy uma arruela e a solda do outro amortecedor, mais a frente tentaremos comprar outro amortecedor. Vamos jantar, mas como internet aqui é algo quase impossível provavelmente esse relato só chegará mais tarde no site.

 

 

 
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